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novembro 28, 2009 - 12:09 PM / Rafael G.

Especialistas explicam quando é preciso tratar a timidez.

Os psicólogos dividem a timidez em dois tipos: a situacional e a crônica. A situacional é a que quase todos experimentam em ocasiões específicas, como falar em público. Já a timidez crônica é constante, ou seja, a pessoa experimenta dificuldades em praticamente todas as áreas do convívio social.
Um tímido crônico tem dificuldades em falar com estranhos, fazer amigos, tem uma autoimagem negativa, sente-se incapaz de vencer obstáculos ou passar por situações novas, tem medo de avaliação negativa e de parecer “bobo” diante dos outros, é inseguro e se preocupa excessivamente com as opiniões e julgamentos alheios. Além disso, muitas vezes é tomado por sentimentos de vergonha, tristeza e solidão.
Os psicólogos dividem a timidez em dois tipos: a situacional e a crônica. A situacional é a que quase todos experimentam em ocasiões específicas, como falar em público. Já a timidez crônica é constante, ou seja, a pessoa experimenta dificuldades em praticamente todas as áreas do convívio social.Um tímido crônico tem dificuldades em falar com estranhos, fazer amigos, tem uma autoimagem negativa, sente-se incapaz de vencer obstáculos ou passar por situações novas, tem medo de avaliação negativa e de parecer “bobo” diante dos outros, é inseguro e se preocupa excessivamente com as opiniões e julgamentos alheios. Além disso, muitas vezes é tomado por sentimentos de vergonha, tristeza e solidão.
A expressão corporal também revela o desconforto interno do tímido: apresenta pouco contato visual, baixo volume de voz, rubor e gagueira ao falar, além de falar e gesticular muito pouco durante conversas.

 

Uma pessoa que apresenta esse quadro está sofrendo e precisa de ajuda, como alerta o psicólogo René Schubert. “Quando a timidez chega ao ponto em que indivíduo apresenta tais fenômenos de sofrimento e começa a isolar-se cada vez mais de eventos e situações de troca relacional ou exposição social, um tratamento psicoterapêutico e, por vezes, psiquiátrico é mais do que indicado”, diz.

O tratamento para a timidez é subjetivo, ou seja, varia de acordo com cada pessoa. O primeiro passo, no entanto, é o mesmo para todos: reconhecer sua timidez, o sofrimento causado por isso e que precisa de ajuda para enfrentar o problema. “Antes de mais nada, é preciso que a pessoa entenda que ser tímido não é um defeito; que as pessoas são diferentes e que não se tornam melhores ou piores se forem mais ou menos tímidas, mais ou menos altas, mais ou menos magras etc. É preciso aprender a lidar com essa característica e se for realmente muito difícil, buscar ajuda”, explica a psicoterapeuta Sâmara Jorge.


Buscando ajuda.

Para vencer a timidez, é preciso uma dose de boa vontade. É preciso se abrir um pouco, por mais difícil que isso seja para um tímido. Dependendo das queixas, o psicólogo ou psicoterapeuta vai buscar, sempre junto com o paciente, qual a situação que se apresenta e quais são as ferramentas para lidar com cada situação. Cada pessoa possui um ritmo diferente e o tímido precisa de um tempo maior para estabelecer relações sociais e enfrentar situações novas. É preciso encontrar – e respeitar – esse ritmo.


Atividades como teatro e dança apresentam bons resultados no processo de superação do problema. “Além disso, o enfrentamento de situações difíceis e geradoras de ansiedade, sob acompanhamento e orientação de um psicólogo, é uma das melhores alternativas”, declara Schubert. Só em alguns poucos casos, quando o grau de ansiedade é elevado, existe a necessidade de medicação. Nesses casos, o paciente é encaminhado para o psiquiatra, que prescreverá o remédio para amenizar os sintomas.


Porém, passar pelo tratamento não significa que a pessoa vai se tornar extrovertida, comunicativa e a mais popular da escola ou do trabalho. Como a timidez é um traço da personalidade, a pessoa provavelmente continuará a ser tímida, mas não irá sofrer com isso, pois estará no controle da situação. “É preciso enxergar a timidez não como um defeito, mas como um traço de personalidade, um jeito de ser, como tantos outros, e aprender a conviver com isso”, avalia Jorge.

Fonte: UOL Ciência e Saúde.

 

2 Comentários

Deixe um comentário
  1. antoniodavirolanddebrito / out 19 2012 12:02 AM

    O pior de tudo é quando alguém quer te apresentar uma pessoa desconhecida e a pessoa retraída quer sair do lugar e não pode fazer para ser grosseiro(a) .

  2. dayane / dez 17 2012 7:22 PM

    oi gente eu sou muito timida hoje perdi quinze pontos com vergonha de apresentar um trabalho meu caso e serio e urgente na escola eu nao falo nada ,nada mesmo so respondo a chamada ou quando alguem me faz uma pergunta nunca tive amigos as vezes um professor fala para mim responda essa pergunta e os alunos falam nao professor essa menina e muda e nao fala isso me humilia da vontade de dizer nao precisa ficar me lembrando nao que eu ja sei nunca participo de trabalhos de apresentacao me ajudem obrigada

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